Contas de 2018 aprovadas com taxa de execução global 86% em Poiares

Com uma taxa de execução global de 86% , o Municipio de Vila Nova de Poiares, presidido por João Miguel Henriques, viram as suas contas aprovadas por maioria, com votos a favor dos quatro membros socialistas do executivo e a abstenção do vereador do PSD, segundo comunicado da autarquia, do distrito de Coimbra.
João Miguel Henriques refere que ““a segunda maior taxa de execução dos últimos 10 anos”, o que, na sua opinião, “demonstra bem o rigor e a fiabilidade do orçamento” de 2018.

O Presidente da camara Municipal de Poiares salienta também que “o saldo orçamental superior a um milhão de euros que transita para este ano”, no valor de 1.426.022 euros, “ainda que grande parte esteja já comprometido face à aprovação das candidaturas aos fundos estruturais europeus para investimentos a realizar ao longo do ano”.
Segundo a mesma nota, João Miguel Henriques, refere “Outro dos destaques do documento apresentado prende-se com a eliminação das dívidas em atraso a fornecedores e a redução do prazo médio de pagamentos para 15 dias”.


O Presidente de Camara de Poiares refere que este executivo reduziu o excesso de endividamento que, “desde que este executivo tomou posse no primeiro mandato, em 2013, já reduziu mais de 50%”, sublinhado no entanto que “o Municipio de Poiares continua a ultrapassar o limite legal de endividamento, tenha abandonado o nível de rotura financeira, prevendo-se que, em 2023, possa mesmo abandonar esta situação”, refere em nota de imprensa.

João Miguel Henriques, salienta que o executivo tem vindo a recuperar a saúde financeira do município sem, no entanto, prejudicar o desenvolvimento do concelho e continuando a apostar num conjunto de iniciativas que, com pouco impacto orçamental, contribuem para a crescente dinamização cultural, desportiva e económica” de Vila Nova de Poiares.


A prestação de contas de 2018, que tem de ser votada em Assembleia Municpal, foi aprovada com uma abstenção do único vereador social-democrata, Pedro Coelho, que “justificou a sua poisção com o facto de se tratar de um documento técnico, extenso e demasiado denso para que um vereador da oposição consiga analisar e votar em consciência”, de acordo com a mesma nota.

Sharing is caring!